segunda-feira, janeiro 29, 2007
Acabou
Já em São Paulo, mergulhado na próxima edição de Paisà. Dá uma saudade danada daquelas ruas de pedra, da boa comida, da pousada agradável, do convívio com diversos amigos queridos...atá da chuva tenho saudade. A Mostra de Tiradentes é realmente sui generis. Não fui às edições anteriores - na edição passada a Paisà ainda era desconhecida, nem tinha chegado às bancas ainda -, mas percebi que existe um clima de proximidade entre críticos, realizadores e cinéfilos, um interesse enorme pelos filmes e pelas reflexões a partir deles.
O vencedor passou no primeiro final de semana na praça, e levou as pessoas a cantar e dançar ao som de um mestre da música: Noel, Poeta da Vila, de Ricardo van Steen. Foi o mais votado pelo público, que atribuia notas aos filmes depois das sessões. Antes da premiação, vimos o pior filme do evento: Batismo de Sangue, de Helvécio Ratton, filme de uma pobreza dramatúrgica impressionante.
Já aguardo com ansiedade a Mostra do ano que vem.
O vencedor passou no primeiro final de semana na praça, e levou as pessoas a cantar e dançar ao som de um mestre da música: Noel, Poeta da Vila, de Ricardo van Steen. Foi o mais votado pelo público, que atribuia notas aos filmes depois das sessões. Antes da premiação, vimos o pior filme do evento: Batismo de Sangue, de Helvécio Ratton, filme de uma pobreza dramatúrgica impressionante.
Já aguardo com ansiedade a Mostra do ano que vem.