domingo, maio 27, 2007
O estranho segundo dia
Antes, um mea culpa:
Paralelas passou com um problema de som durante toda a primeira metade da projeção. Lembro que isso prejudicou minha concentração e me afastou de vez do filme. Espero nova oportunidade para vê-lo como se deve.
Vamos agora ao segundo dia, de curtas absurdamente amadores e longas bem bons. Cão sem Dono eu quis perder, pois gosto muito do filme, e preferi deixar para revê-lo com calma, e não depois de um monte de curtas. Querô, de Carlos Cortez, como passou na primeira sessão, acabei revendo, e se confirmou como um belo filme, com alguns senões, principalmente nas cenas mais delirantes, e muitos momentos de câmera nervosa, que gruda nos personagens, e uma seqüência excepcional na Febem. Sobre os curtas vistos ontem, basta dizer que apenas um vale o deslocamento: A Noite do Vampiro, de Alê Camargo, uma animação cheia de humor e os créditos mais bizarros do cinema brasileiro recente. Os videos do mato, no entanto, deixaram uma impressão desagradável de amadorismo, algo que eu não havia percebido até aqui. São filmes que nem têm como ser analisados, pois há uma completa ausência de linguagem cinematográfica neles. Resta torcer para que eles percebam que seus filmes são pura lição do que não fazer, e que eles aprendam com isso.
Paralelas passou com um problema de som durante toda a primeira metade da projeção. Lembro que isso prejudicou minha concentração e me afastou de vez do filme. Espero nova oportunidade para vê-lo como se deve.
Vamos agora ao segundo dia, de curtas absurdamente amadores e longas bem bons. Cão sem Dono eu quis perder, pois gosto muito do filme, e preferi deixar para revê-lo com calma, e não depois de um monte de curtas. Querô, de Carlos Cortez, como passou na primeira sessão, acabei revendo, e se confirmou como um belo filme, com alguns senões, principalmente nas cenas mais delirantes, e muitos momentos de câmera nervosa, que gruda nos personagens, e uma seqüência excepcional na Febem. Sobre os curtas vistos ontem, basta dizer que apenas um vale o deslocamento: A Noite do Vampiro, de Alê Camargo, uma animação cheia de humor e os créditos mais bizarros do cinema brasileiro recente. Os videos do mato, no entanto, deixaram uma impressão desagradável de amadorismo, algo que eu não havia percebido até aqui. São filmes que nem têm como ser analisados, pois há uma completa ausência de linguagem cinematográfica neles. Resta torcer para que eles percebam que seus filmes são pura lição do que não fazer, e que eles aprendam com isso.