sexta-feira, janeiro 25, 2008
Dulce Veiga, Corpo e Amigos de Risco
Onde Andará Dulce Veiga? é um retorno à forma de Guilherme de Almeida Prado. Se o filme tem algumas cenas que beiram o constrangedor - por exemplo os que mostram a representação de uma banda de rock -, é muito forte nos momentos em que se abre à possibilidade do ridículo. Especialmente no final, que lembra Os Guarda-Chuvas do Amor. Talvez eu faça um texto para a Contracampo (meu outro lar), por isso paro por aqui. Mais também no texto final do evento, a ser publicado em meados de fevereiro.
Corpo, de Rosanna Foglia e Rubens Rewald, é um filme que não me despertou o menor interesse, e talvez seja desonesto tentar algo crítico sobre ele. O melhor a fazer é me calar, para não cometer injustiças.
Amigos de Risco, de Daniel Bandeira, é bem interessante. Sob uma granulação sem vergonha, e um escuro sujo e urbano, três amigos se complicam durante uma madrugada. O filme começa a engrenar quando um incidente os obriga a tomar um rumo com urgência, e dessa urgência surgem algumas outras situações, uma delas, a dos agiotas, é meio besta, mas as outras - polícia, amigo que se recusa a ajudar, ambulância que passa pela rua deserta, são muito bem inseridas na trama.
Corpo, de Rosanna Foglia e Rubens Rewald, é um filme que não me despertou o menor interesse, e talvez seja desonesto tentar algo crítico sobre ele. O melhor a fazer é me calar, para não cometer injustiças.
Amigos de Risco, de Daniel Bandeira, é bem interessante. Sob uma granulação sem vergonha, e um escuro sujo e urbano, três amigos se complicam durante uma madrugada. O filme começa a engrenar quando um incidente os obriga a tomar um rumo com urgência, e dessa urgência surgem algumas outras situações, uma delas, a dos agiotas, é meio besta, mas as outras - polícia, amigo que se recusa a ajudar, ambulância que passa pela rua deserta, são muito bem inseridas na trama.